19.10.15

Poema para Pedro.

Pedro, perdoe
o amor desmedido
o desengano
os versos endereçados à ti
os estilhaços
das pedras
que te atingiram
Pedro, perdoe
o coração machucado
a paixão ensandecida
a loucura
batendo na sua porta
mendiga
Pedro, perdoe
o afeto que te usurpei
os beijos que não te dei
o coração que
arranquei
e te enviei
sem
que
quisestes.